Seguro Viagem

Como funciona o seguro viagem: respondemos todas as dúvidas

Muitas pessoas não têm ideia de como funciona o seguro viagem e da importância de contratar este serviço. Ele é fundamental, mesmo que o destino seja um local próximo ou conhecido, durante poucos dias. Da mesma forma, é indispensável em viagens longas, seja a turismo, motivada por estudos ou a trabalho.

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Neste artigo, vamos tirar todas as dúvidas sobre como funciona o seguro viagem, explicando desde as informações mais básicas. Entre elas:

  • O que é seguro viagem;
  • Se ele é obrigatório;
  • Quando contratar o seguro viagem;
  • Quanto custa;
  • Quem pode contratar;
  • Quais os benefícios incluídos;
  • Como o seguro viagem pode ajudar em uma emergência.

E muito mais. Então siga com esta leitura e fique bem informado.

Como funciona o seguro viagem e o que é este serviço?

O seguro viagem é oferecido por empresas seguradoras e até cartões de crédito, existindo modalidades individuais ou empresariais. Ele oferece uma série de assistências ao viajante dentro do prazo contratado e pode ser comparado a um plano de saúde temporário. Afinal, ele possibilita o atendimento a emergências em países onde os planos de saúde brasileiros não são válidos.

A maior parte dos seguros inclui, ao mesmo tempo, auxílios a outras situações imprevistas em viagens. Entre elas, ajuda em caso de atraso das malas causado pela companhia aérea, perda de documentos, cancelamentos de viagens e outros contratempos.

Tanto nas situações relacionadas a emergências de saúde como ocorrências no trajeto de ida e volta, o seguro viagem é uma garantia de indenização diante de prejuízos. Vale lembrar que tudo isso leva em conta os itens previstos no contrato e os valores máximos estipulados para cada tipo de despesa.

Quem pode contratar o seguro viagem

O seguro deve ser contratado para todos os viajantes. Cada apólice é individual, ou seja, garante a cobertura para uma pessoa. Se a viagem envolve um casal, uma criança de um ano de idade e sua avó, por exemplo, precisam ser feitos quatro seguros viagem para a família, incluindo um seguro viagem para o bebê.

No entanto, como o seguro viagem combina proteções como nos seguros de vida e de acidentes pessoais, podem existir limitações de idade de acordo com cada empresa. Alguns planos valem para idades de 0 a 65 anos; mas também há diversas opções que abrangem de 0 a 120 anos de idade.

Muitas oferecem planos específicos para pessoas idosas ou com benefícios que se adequam a esta faixa etária, com valores mais altos de reembolso nas despesas médicas, por exemplo.

Quando contratar um seguro viagem

O ideal é pesquisar o seguro viagem logo após a definição da data e da compra das passagens. Muitas seguradoras aceitam a compra até na véspera da partida, mas é preciso considerar o tempo em que o pagamento é processado.

Com cartão de crédito pode levar um dia útil; com boleto bancário, até três dias para ser reconhecido e ativar a apólice. O ideal é viajar com o seguro válido, pois as situações cobertas por ele podem ocorrer antes do dia de embarque, como um cancelamento de viagem ou um atraso de voo.

Por quanto tempo vale o seguro viagem

Ele deve ser contratado com no mínimo o mesmo tempo de duração da sua viagem. Seria prudente, contudo, fechar a data incluindo um dia antes da ida e um após a data programada para o retorno. Esta inclusão geralmente não pesa no orçamento e pode evitar dores de cabeça com imprevistos. Fica a sugestão.

Como escolher o melhor plano

Quando falamos sobre como funciona o seguro viagem, uma das principais decisões é quanto ao melhor plano que atende as suas necessidades. Os seguros viagem não são iguais. Ao informar os detalhes da sua viagem e alguns dados, como idade e objetivo da viagem, as seguradoras já sugerem alguns planos. O que já é um bom começo.

Sua escolha pode considerar aspectos como:

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  • Se o país fizer parte do Tratado de Schengen, a cobertura médica mínima deve ser de 30 mil euros;
  • Quem for praticar esportes amadores radicais ou de aventura precisa checar se o seguro cobre acidentes decorrentes desta prática;
  • Gestantes precisam verificar a abrangência de idade e de tempo de gravidez previstos na apólice, bem comes valores de reembolso de despesas médicas;
  • Idosos precisam ficar atentos aos limites de reembolso das despesas médicas e hospitalares, assim como o limite de idade coberto na apólice;
  • Nem sempre doenças preexistentes são cobertas, apesar disso ser obrigatório segundo a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Então, quem tem alguma condição de saúde precisa levar essa questão em conta.

Seguros de cartão de crédito X planos de seguradoras

Uma dúvida frequente sobre como funciona o seguro viagem questiona se os planos oferecidos pelos cartões de crédito são bons. A equipe do Seguro Viagem Pro já produziu diversos artigos sobre este tema:

Em comum, eles ressaltam que os cartões de crédito têm a vantagem de oferecer um seguro viagem sem custo adicional que inclui filhos e cônjuge do titular do cartão. Um ponto negativo, entretanto, é que eles não permitem personalizar a apólice para necessidades específicas do viajante.

Seguro viagem é obrigatório?

Esta é uma das perguntas mais frequentes de quem quer saber como funciona o seguro viagem. E a resposta é: sim, em alguns países o seguro viagem é requisito obrigatório. Por isso, vale a pena se informar com antecedência sobre o seu destino e se há esta exigência.

Cuba e Venezuela estão entre os países que exigem o seguro viagem, por exemplo.

Mais da metade dos países da Europa faz parte do Tratado de Schengen. Neste caso, não basta ter apenas o seguro viagem, mas exige-se uma cobertura mínima de 30 mil euros para assistência médica e hospitalar.

Nem sempre as autoridades cobram o seguro viagem na chegada ao país. Mas não ter o documento, caso seja solicitado, pode causar problemas e acarretar em deportação.

Países mais conhecidos que exigem o seguro viagem

  • Cuba;
  • Venezuela;
  • Áustria;
  • Bélgica;
  • República Checa;
  • Dinamarca;
  • Estônia;
  • Finlândia;
  • França;
  • Alemanha;
  • Grécia;
  • Hungria;
  • Islândia;
  • Itália;
  • Letônia;
  • Liechtenstein;
  • Lituânia;
  • Luxemburgo;
  • Malta;
  • Países Baixos;
  • Noruega;
  • Polônia;
  • Portugal;
  • Eslováquia;
  • Eslovênia;
  • Espanha;
  • Suécia;
  • Suíça.

Mesmo nos países onde não é obrigatório, é sempre recomendado viajar com um seguro viagem contratado. Leia esse artigo completo sobre a importância do seguro viagem e confira.

O seguro viagem serve apenas no exterior?

Não, e inclusive é altamente recomendável fazer um seguro viagem mesmo se não for sair do Brasil.

Se a viagem for realizada para uma cidade a mais de 100 ou 200 quilômetros de distância do seu domicílio, a depender do que diz o contrato, o seguro já oferece a cobertura completa. Ela é paga em reais e inclui, da mesma forma que nos destinos internacionais, atendimentos emergenciais de saúde e assistência em caso de imprevistos no trajeto de ida e volta.

Muitos planos de saúde não cobrem todo o território nacional. Este é mais um bom motivo para contar com o seguro viagem. Confira um ranking com os melhores seguros viagem nacionais.

Quais as diferenças entre as seguradoras

Hoje em dia, há dezenas de empresas seguradoras no Brasil e outras no exterior que também podem ser utilizadas pelos viajantes brasileiros. Há grandes variações de preços entre elas, e são tantos itens nas apólices que fica difícil comparar.

Então indicamos abaixo alguns artigos que já publicamos com avaliações detalhadas. Elas consideram o histórico de cada empresa, o posicionamento em sites como Compara Online e Reclame Aqui, além de pesquisas como a dos Melhores Destinos. São referências importantes para saber se pode confiar em uma seguradora.

Seguro viagem é caro?

Agora que você sabe como funciona o seguro viagem, vem a pergunta fundamental: preciso gastar muito para viajar com esta proteção? Uma boa noticia é que ele custará muito menos do que você imagina.

O custo varia de acordo com o destino da viagem, duração e tipo de cobertura contratada. Quanto maior o valor do reembolso de despesas médicas e o número de itens cobertos, mais elevado o preço do seguro viagem.

No entanto, em boa parte das nossas cotações, observamos que um bom seguro custa a partir de R$ 11 por dia de viagem, mesmo para continentes como a Europa.

Quem deseja economizar na contratação do seguro viagem pode utilizar o nosso comparador de seguros, desenvolvido pela Equipe Seguro Viagem Pro. Contamos mais sobre ele no tópico seguinte e ainda trazemos uma dica para ganhar um desconto.

Como e onde contratar um seguro viagem

Eles podem ser contratados via agência de turismo, em sites que também vendem passagens aéreas, podem ser oferecidos pelas companhias aéreas (como é o caso da Gol seguro viagem) ou pode ser ativado por quem possui alguns cartões de crédito.

Pela experiência da nossa equipe, que realiza inúmeras cotações todos os dias, a forma mais inteligente de encontrar um seguro viagem personalizado e sem burocracia é utilizando o nosso comparador de seguro viagem. Basta inserir seus dados pessoais e de viagem e ver em sua tela os planos de seguradoras renomadas no mercado.

Você já sabe como funciona o seguro viagem e também pode fazer a sua cotação no Portal Seguros Promo. É um portal confiável que tem excelente serviço de comparação de planos e atendimento aos clientes. Por isso, também indicamos aos nossos leitores.

como funciona o seguro viagem

O que o seguro viagem cobre

Para ser autorizado pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), o seguro viagem precisa obrigatoriamente oferecer pelo menos uma destas coberturas básicas:

Despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas em viagem nacional e ao exterior

Geralmente abreviadas como DMH, consistem na indenização de despesas decorrentes de acidente pessoal ou doença súbita e aguda durante a viagem.

Traslado de corpo

Em caso de falecimento do segurado na viagem, o seguro arca com as despesas de liberação, procedimentos e transporte do corpo até o local onde será sepultado.

Regresso sanitário

Quando o viajante sofre algum acidente ou doença súbita que o impeça de retornar à sua casa como passageiro regular. Neste caso, o seguro cobre a remoção quando ela é requisitada pelo médico que atendeu o viajante.

Traslado Médico

Despesas pagas quando o viajante que está doente ou sofreu um acidente precisa ser transferido até uma clínica ou hospital que tenha melhores condições de fazer o atendimento.

Morte em viagem

O seguro viagem paga aos beneficiários do segurado (como filhos, cônjuges, parentes ou outras pessoas indicadas) uma indenização em caso de morte durante a viagem, natural ou causada por acidente.

Morte acidental em viagem

Neste caso, o seguro paga um valor aos beneficiários apenas em caso de morte decorrente de acidente durante a viagem.

Invalidez permanente total ou parcial por acidente em viagem

Em caso de uma lesão que cause perda de algum membro ou órgão do corpo do segurado, o plano indeniza seus beneficiários de acordo com o valor determinado na apólice.

Coberturas facultativas do seguro viagem

Normalmente os planos incluem categorias de assistência ao viajante que atendem a outros imprevistos, desde que devidamente comprovados. Lembre-se sempre de confirmar se estes ou outros itens constam na sua apólice e as condições para que o viajante possa acionar o seguro.

  • Bagagem perdida, roubada e/ou danificada;
  • Despesas de funeral em caso de falecimento do viajante;
  • Cancelamento de viagem por motivos de causa maior, com indenização de despesas que já tinham sido pagas: pacotes turísticos, hospedagem, transportes e outros serviços;
  • Regresso antecipado se o viajante precisar retornar à casa por motivo grave previsto no contrato.

O que o seguro viagem não cobre

Tão importante quanto conhecer os itens cobertos na apólice é saber quais riscos estão excluídos. Os seguros viagem geralmente não reembolsam:

  • Acidentes ou doenças causados por uso de álcool ou drogas;
  • Prejuízos e acidentes decorrentes de negligência, irresponsabilidade e descumprimento de normas de segurança;
  • Cirurgias plásticas estéticas;
  • Tratamentos de doenças epidêmicas;
  • Tratamentos médicos de rotina, que não sejam emergenciais;
  • Despesas que o viajante possa ter caso participe de guerras, rebeliões, crimes e tumultos;
  • Sinistros decorrentes de fenômenos naturais extraordinários, como terremotos, erupções de vulcões, inundações, furacões;
  • Indenização por morte ou invalidez e extravio de bagagem provenientes de acidente aéreo, rodoviário e marítimo.

Documentos que comprovam o seguro viagem

É importante imprimir o voucher do seguro viagem, constando o número da apólice, o nome do viajante, o período de cobertura e os valores de reembolso de despesas previsto. No caso de viagem para a Europa, a Carta Schengen é imprescindível. Como já vimos, alguns agentes de imigração exigem a apresentação do seguro viagem na entrada do país.

Guarde esse voucher impresso e em meio eletrônico (como no seu celular, por exemplo), e o tenha sempre acessível com você. Afinal, ele terá os números de contato para acionar o seguro em uma emergência e o número da apólice que será solicitado no atendimento. Estes dados também devem ser guardados pelos companheiros de viagem e, se possível, com algum responsável no Brasil.

Aproveite e leia este artigo para entender o significado de cada item da apólice.

Como acionar o seguro viagem em uma emergência

Se infelizmente um acidente ou sinistro acontecerem durante a viagem, a primeira providência é ligar para a seguradora. Ela disponibiliza no voucher ou em seu site os números de contato, e o atendimento costuma ser em português. Explique a situação e eles darão as orientações completas. Por isso é tão importante levar sempre este contato anotado com você.

Como funciona o pagamento das despesas

Muitos seguros viagem, talvez a maioria deles, trabalham com o sistema de reembolso em emergências de saúde. Neste caso, o viajante entra em contato, explica o problema e a seguradora pode ou não indicar um hospital ou clínica. O viajante paga o atendimento do próprio bolso e guarda todos os recibos, relatórios, receitas e documentos originais. Eles serão necessários para comprovar as despesas, e o seguro realizar a devolução do valor gasto.

Há planos em que não é preciso desembolsar nada e a própria seguradora realiza o pagamento, diretamente ao hospital. Neste caso, ele deve ser atendido obrigatoriamente em um local indicado pela seguradora quando a emergência for comunicada.

Se o viajante estiver em estado grave e não puder telefonar? O ideal é que este contato seja feito assim que possível pelo viajante ou algum responsável. Algumas seguradoras até estipulam um prazo máximo para serem comunicadas e garantirem o reembolso. Neste caso, também vale a regra de guardar todos os comprovantes originais para solicitar o ressarcimento das despesas.

Como solicitar o reembolso

As seguradoras fornecem o formulário de Aviso de Sinistro e solicitam seu preenchimento sem rasuras, relatando a situação, a data e outras informações. Ele deve ser enviado junto com cópias de CPF, identidade, passaporte e comprovante de residência.

Conforme o tipo de despesa, os documentos necessários variam. Veja os mais frequentes, lembrando que é sempre indispensável guardar uma cópia de todos com você.

Despesas médicas e hospitalares

  • Laudo médico confirmando o atendimento;
  • Recibo original de todos os pagamentos efetuados em consultas, exames e outras despesas.

Despesas com farmácia

  • Receita médica com a prescrição dos medicamentos;
  • Notas fiscais originais da compra dos remédios.

Atraso de voo

  • Passagem aérea e cartão de embarque;
  • Declaração da companhia aérea confirmando o atraso;
  • Comprovantes originais de despesas com alimentação e hospedagem.

Bagagem – extravio, roubo, danos à mala

  • Relatório da empresa aérea ou transportadora responsável que comprove a perda ou dano;
  • Ticket da bagagem original, passagem e cartão de embarque;
  • Em caso de perda, informar o peso da bagagem;
  • Boletim de ocorrência policial, se a mala tiver sido furtada ou roubada.

Morte acidental

  • Aviso de sinistro preenchido pelo médico, com seu carimbo constando seu número no conselho regional de medicina e assinatura, sem rasuras;
  • Certidão de óbito do segurado;
  • Certidão de casamento ou nascimento do segurado;
  • Carteira de identidade, CPF e comprovante de residência do segurado;
  • Certidão de nascimento, comprovante de residência e CPF, se tiver, dos filhos;
  • Boletim de ocorrência policial, se for o caso;
  • Laudo de necropsia do Instituto Médico Legal (IML);
  • Laudo de exame toxicológico e de dosagem alcoólica.

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Luciana Andrade

Luciana Andrade é jornalista, doutora em história, cursa especialização em marketing digital e não cansa de aprender coisas novas. À frente da Flows Conteúdo & Comunicação, escreve para diversos sites e clientes corporativos. Já morou em cinco cidades - no Brasil e na França - e está sempre planejando a próxima viagem.

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