Europa

Tratado de Schengen: o que é e como ele afeta os turistas na Europa

Se você viajou ou está planejando uma viagem para a Europa, já deve ter ouvido falar ou lido em algum lugar sobre o Tratado Schengen ou Acordo Schengen, como também é chamado.

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Neste artigo, vamos falar tudo o que você precisa saber sobre esse Tratado e explicar porque ele é tão importante para nós durante uma viagem para a Europa.

O que é o Tratado Schengen?

É um Tratado criado 1985 entre os países da União Europeia, que prevê uma política de abertura de fronteiras e livre circulação de pessoas entre os países que fazem parte deste Tratado, o que foi delimitado como Espaço Schengen.

De acordo com o site da União Europeia, todos os anos, os europeus fazem mais de 1,25 mil milhões de viagens dentro do Espaço Schengen. Mas independente de ter as fronteiras abertas, todos eles devem portar um documento de identificação.

Para nossa alegria, o Tratado Schengen também está em vigor para turistas brasileiros. Podemos circular pelos países do Tratado Schengen sem a necessidade de passar pela imigração a cada vez que cruzamos uma fronteira. Geralmente passamos pela imigração apenas na chegada e na saída do continente.

Contudo, é bom saber que de vez em quando a imigração pode fazer realizar controles de fiscalização nas fronteiras. Por isso, ter o passaporte em mãos é um item essencial, além de obrigatório. E para aqueles que residem legalmente em algum dos países da União Europeia, a Autorização de Residência deve estar sempre em mãos.

Quais os países fazem parte do Tratado Schengen?

Ao todo são 26 países que partilham das fronteiras abertas na Europa. E com certeza, muitos estão na sua lista de viagem.

Listamos os países para você:

Tratado Schengen x União Europeia

Cuidado para não confundir os dois. O Tratado Schengen já explicamos ali em cima que prevê a livre circulação de pessoas pelos países membros do Tratado. Já a União Europeia (UE) é um tratado econômico e político entre países da Europa.

Portanto, existem países que não fazem parte da União Europeia, mas estão no Tratado Schengen, e vice-versa.

imigracao schengen

Regras que precisa saber

Já deu para entender que o Tratado Schengen é muito bom e possibilita conhecer vários países da Europa durante uma única viagem. Mas existem algumas regrinhas que precisamos estar atentos. São elas:

1. Atenção ao tempo de permanência

Vale lembrar que brasileiros podem permanecer nos países do Tratado Schengen e União Europeia por um período máximo de 90 dias, a contar pela data de entrada. Após esse período, devem retornar para o Brasil e esperar pelo menos 180 dias para uma nova viagem ao continente europeu sem portar um visto de residência.

Para quem viaja com intenção de residir na Europa, o visto para tal é indispensável e deve ser solicitado ainda no Brasil. Caso não tenha visto ou Autorização de Residência para permanecer em algum dos países do Tratado Schengen por mais de 90 dias, ficará ilegal e com grande chance de ser deportado.

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Atenção: ao desembarcar na Europa e passar pela imigração, terá que apresentar a passagem de retorno, como uma forma de comprovar as datas de permanência.

2. Comprovativo financeiro e de hospedagem

A imigração poderá solicitar um comprovativo financeiro para certificar que você tem como sustentar sua viagem. Em média, calcula-se 70 euros por dia de viagem, e poderão ser comprovados com dinheiro em espécie e apresentação de cartão de crédito. Além disso, será necessário apresentar um comprovante com as reservas de hotéis ou uma carta convite para quem ficar na casa de terceiros.

3. Seguro viagem é obrigatório

A contratação do seguro viagem Europa com cobertura mínima de 30 mil euros é uma obrigatoriedade para circular pelos países do Tratado Schengen. A apresentação da apólice do seguro viagem será exigida ao passar pela imigração durante seu desembarque.

Todo viajante está suscetível a sofrer algum acidente ou enfermidade, e é bom ressaltar que turistas não têm acesso ao sistema público de saúde nos países europeus, com exceção da Itália e Portugal que possuem um acordo bilateral com o Brasil onde podemos ter acesso ao sistema público de saúde mediante a apresentação do IB2 e PB4, respectivamente.

Apesar da cobertura mínima do seguro viagem Europa ser de 30 mil euros, recomendamos contratar uma cobertura um pouco maior, pois caso precise acionar o seguro viagem devido à um acidente mais grave, você estará melhor resguardado.

Além disso, o seguro viagem oferece outras coberturas que vão muito além de despesas médicas e hospitalares. As principais coberturas oferecidas são:

  • Atendimento médico e hospitalar;
  • Atendimento odontológico;
  • Despesas farmacêutica;
  • Repatriação;
  • Assistência jurídica;
  • Assistência em caso de perda de documentos;
  • Seguro no caso de interrupção ou cancelamento da viagem, em caso de emergência médica;
  • Remarcação de passagem para regresso;
  • Seguro de bagagem extraviada;
  • Indenização em caso de invalidez permanente por acidente ou morte acidental.

Listamos 8 motivos de contratar um seguro viagem.

Onde cotar?

Para cotar seu seguro viagem Schengen, você pode utilizar o nosso comparador de seguro viagem. Basta inserir alguns dados pessoais, destino, datas de ida e retorno, e logo em seguida receberá por e-mail, uma cotação com várias opções de coberturas, preços e seguradoras para escolher o melhor plano para você e seu bolso.

Outra opção é utilizar os comparadores de seguro viagem, nesse caso aconselhamos os portais Seguros Promo, Compara Online e Real Seguro Viagem. Além dos comparadores, é possível realizar uma cotação diretamente no site das seguradoras, mas geralmente, os preços são mais altos.

Quer uma sugestão de qual plano contratar? Leia o artigo sobre o Mondial Seguro Viagem Europa e veja se vale a pena.

Lívia Tostes

Lívia Tostes é jornalista e vive em Portugal, onde cursa o Mestrado em Comunicação Política pela Universidade do Porto. É apaixonada por gastronomia, fotografia e cinema - especialmente o cinema brasileiro. Viajar sozinha para conhecer novas culturas é seu hobby favorito.

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