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Viajar sem seguro? Entenda os motivos para não fazer isto

Confiar na sorte não parece ser a melhor opção quando o que está em risco é a sua saúde ou a saúde de quem você mais ama. Por isso, você não deve viajar sem seguro! Vamos te dar as razões neste artigo.

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Por que não se deve viajar sem seguro?

São muitas as razões para você contratar um seguro viagem. A primeira delas é que o seguro viagem é a garantia de que você terá o atendimento médico necessário aonde quer que esteja. Mas enumeramos muitas outras abaixo.

1. Você não sabe ao certo como é o atendimento médico no seu destino

Na cidade em que você reside, você sabe como funciona o atendimento médico. Você pode optar por ter ou não um plano de saúde. Da mesma forma pode utilizar o Sistema Único de Saúde (SUS), rede pública de atendimento médico que funciona no Brasil ou recorrer a uma consulta particular.

Mas e na cidade para a qual você vai viajar? Você conhece bem como tudo funciona? Alguns países não possuem atendimento público de saúde e, mesmo que ele exista, geralmente não é gratuito, pelo menos não para turistas.

2. O acesso ao atendimento médico pode ser difícil

Em algumas localidades mais afastadas dos grandes centros, em países formados por diversas ilhas, em desertos, florestas e selvas e nas regiões mais pobres do planeta faltam recursos e médicos. Então, para garantir que você terá acesso a um bom atendimento onde quer que esteja ou, especialmente, que será levado da maneira correta até um hospital em condições de atendê-lo, o seguro viagem é a melhor garantia.

3. A conta do hospital pode acabar com o seu orçamento de viagem

Em muitos países, como Austrália, China, Estados Unidos e Suíça, não existe atendimento médico gratuito para turistas. Você até pode se dirigir para um hospital público, mas terá que arcar com todos os custos. E, dependendo do país, pode ser que você tenha que arcar com dezenas de milhares de dólares ou euros.

Um exemplo prático: um amigo de São Paulo, em viagem ao Nordeste, acreditou que estava seguro porque, afinal, possuía plano de saúde. Só esqueceu que seu plano cobria apenas atendimento regional. Além de pagar por todos os custos de uma semana de internação por pneumonia, ainda precisou pagar transporte por helicóptero com acompanhamento médico quando o quadro clínico piorou. A conta ficou em mais de R$40 mil. E sabe quanto custaria um seguro viagem nacional para dez dias de cobertura? Cerca de R$35! Ou seja: a precaução custa muito pouco e vale muito.

4. O seguro economiza o seu tempo e os seus nervos

Imagine que você perdeu seu passaporte durante a viagem. Como vai embarcar de volta sem ele? Fácil: basta ligar para o atendimento do seguro viagem, informar a cidade em que você se encontra e receber todas as informações, em português, sobre como proceder. Ou, então, ter muitas idas e vindas até entender como tudo funciona.

Situação hipotética número dois: sua bagagem foi extraviada entre uma conexão e outra. Você pode registrar a ocorrência junto à companhia aérea e, depois, deixar que o seguro te informe sobre todas as etapas até a devolução da bagagem ou garanta o ressarcimento do valor devido, se for o caso. Caso contrário, pode ficar ligando todo dia, diversas vezes em vão, para a empresa aérea, em busca de respostas.

5. O seguro é obrigatório em muitos destinos

Se você estiver com viagem marcada para determinados países europeus, para Cuba, Venezuela ou Equador, você vai precisar de seguro viagem e não vai ter como fugir disto. É que para estes destinos, o seguro é obrigatório e entrar nestes países sem o documento pode significar ser deportado.

O seguro viagem Europa é obrigatório para 26 países. São eles: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Liechtenstein, Islândia, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suíça. O seguro viagem para estes destinos deve ter cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médicas hospitalares (DMH).

Para Cuba, é preciso ter um seguro viagem com cobertura mínima de USD 10 mil para DMH. E, para a Venezuela, é preciso ter cobertura mínima de DMH de USD 40 mil. Equador exige o seguro, mas não estipula DMH.

6. Você não quer deixar dívidas para sua família

Esta parte é chata e ninguém gosta de pensar ou falar nela, mas é preciso encarar os fatos: acidentes e emergências acontecem e, algumas vezes, são fatais. O seguro viagem garante cobertura para invalidez permanente por acidente, seguro por morte acidental em viagem, assim como a repatriação e traslado de corpo.

Ter estas coberturas garantidas é uma maneira bem racional de cuidar de quem você ama e não permitir que sua família arque com custos altíssimos e indesejados em uma hora já bastante difícil. Então, já sabe: você nunca deve viajar sem seguro.

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Sempre recomendamos aos nossos leitores nunca viajarem sem seguro. Dizemos isto porque o custo de um seguro é muito baixo perto da tranquilidade que ele oferece para você e a sua família. Por menos de R$15 ao dia você pode garantir um plano de seguro viagem internacional com a cobertura necessária e evitar gastos enormes, desgastes desnecessários e muito arrependimento. Então, se vai viajar, faça agora mesmo o seu seguro!

Como cotar seguro viagem?

Para nunca viajar sem seguro e fazer uma escolha consciente, nós indicamos pesquisar! Quanto mais informação e mais parâmetros de comparação você tiver, mais racional será a sua escolha.

Você deve começar consultando um comparador de seguro viagem. Além do comparador do Seguro Viagem Pro, que é uma parceria com o Seguros Promo. Recomendamos também a Real Seguro Viagem, o Compara Online e o Assistente de Viagem.

Em todos eles, você poderá conferir uma ampla oferta de planos e seguradoras, comparar valores, coberturas e benefícios oferecidos por cada um e escolher o que melhor atende às suas necessidades enquanto viajante e às suas condições financeiras.

Para cotar no comparador do Seguro Viagem Pro, você deve:

1. Ir até a página do comparador, preencher os espaços com as informações solicitadas (nome, destino da viagem, data de embarque, data de retorno, e-mail de contato e telefone);

2. Conferir a seleção de planos para o seu destino. Repare que o próprio comparador irá te indicar quais são os planos com melhor custo-benefício;

3. Você pode selecionar até quatro planos para compará-los de maneira bem didática em outra página, com apresentação dos produtos lado a lado;

4. Escolher o plano que melhor atende às suas necessidades e possibilidades financeiras;

5. Realizar a compra no próprio site.

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Cláudia Zucare

Cláudia Zucare Boscoli trabalha como jornalista há 20 anos, tendo se formado na Cásper Líbero, com extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), especialização em Marketing Digital pela FGV e pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP. Já trabalhou para IstoÉ Online, O Estado de S. Paulo, Diário de S. Paulo e Editora Abril, entre outros veículos. Adora viajar, conhecer novas culturas e contar o que descobriu.

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